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Quem Somos

Conheça um pouco da nossa história

SOBRE NÓS

O Instituto Joinvillense de Educação e Assistência – IJEA – Centro Educacional Dom Bosco é uma associação, sem fins lucrativos, de caráter educacional, beneficente, cultural e de assistência social, tendo, atualmente, como uma de suas finalidades a inclusão social de adolescentes e jovens, entre 12 a 24 anos, em situação de vulnerabilidade social.

 

A Instituição tem como centro do seu agir o Projeto Educativo-Pastoral Salesiano, fundamentado nos princípios evangélicos traduzidos e clarificado pelo Sistema Preventivo de Dom Bosco e nos avanços das teorias educacionais, sociais e tecnológicas.

 

O CEDB almeja assistir, promover e valorizar as pessoas e grupos de pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Atuar com foco na “convivência e fortalecimento de vínculos”, desenvolvendo atitudes e habilidades.

 

Promover a formação político-cidadã, fortalecendo o protagonismo juvenil através da reflexão crítica permanente como condição de crescimento pessoal e construção da autonomia, para o convívio social.

Proporcionar ambientes e meios para oferecer aos adolescentes e jovens, bem como para as pessoas com deficiência, uma educação complementar para “integração ao mundo do trabalho”, participação e protagonismo na comunidade.

 

Oportunizar a comunidade um ambiente físico adequado e acolhedor para a realização de reuniões, cursos, palestras e atividades esportivas que visam à promoção integral da pessoa humana.

Alinhado com o Projeto Geração 2030, o Centro Educacional Dom Bosco promove uma formação integral dos jovens, a partir das diversas dimensões humanas, desenvolvendo as diversas competências e habilidades, estimulando atitudes que gerem pessoas melhores e cidadãos comprometidos com o bem comum.

 

Enfim, dedicar-se à obra de promoção humana, beneficente, filantrópica e de assistência social a todos os que necessitam, isto é, realizando de forma integrada às políticas setoriais, visando ao enfrentamento da pobreza, à garantia dos mínimos sociais, ao provimento de condições para atender contingências sociais e a universalidade dos direitos sociais.

 

O essencial na vida é sentir-se bem fazendo o bem!

Formando Bons cristãos e honestos cidadãos!

Somos o Centro Educacional Dom Bosco há 60 anos sendo sinal e portador do amor de Deus aos jovens



Nossa Proposta Educativo-Pastoral


Nossa proposta educativo-pastoral é baseada no Sistemas Preventivo de Dom Bosco, que tem como seus pilares a razão, a religião e a amorevolleza. A razão é a marca do ensino intelectual, científico. Nossos educadores são profissionais de qualidade no ensino e trabalham para que o intelecto seja desenvolvido e formado nos nossos educandos. As disciplinas dos currículos dos cursos levam os educandos a um pensamento crítico da realidade, desenvolvem seu protagonismo e os prepara para o mundo do trabalho. A religião é parte fundamental da educação de Dom Bosco. Trabalhar a espiritualidade dos jovens é necessária. Nossa maior missão é leva-los para Deus. Trabalhando com atenção ao ecumenismo e ao diálogo inter-religioso, nossa instituição desenvolve toda a sua ação a partir dos valores católicos baseados na vida de Jesus Cristo e de São João Bosco, levando os educandos a uma formação integral na construção de valores pessoais que refletem em todo o seu agir. A amorevolleza é o jeito de fazer educação. Em nossa instituição, como em todas as casas salesianas, tudo é feito com amor. A Amorevolleza poderia ser traduzida como bondade, como afeto, como um fazer com amor. Dom Bosco dizia que não basta amar os jovens, eles precisam saber que são amados. Nosso trabalho é desenvolvido com diálogos “ao pé do ouvido”, com contato, com afeto. Porque a proximidade leva ao afeto e o afeto à educação verdadeira.

Os três pilares do Sistema Preventivo de Dom Bosco:


RAZÃO - educar para a dimensão crítica: favorece o espírito crítico e a formação de convicções pessoais. Usa-se a persuasão em forma preventiva e motivadora. RELIGIÃO - que os jovens descubram o sentido da vida e a alegria de viver na graça de Deus. É ajudar os jovens a encontrarem na fé respostas a seus urgentes problemas. AMOREVOLLEZA - é o sincero afeto para com o jovem; isso gera confiança em si mesmo, ajudando-o a crescer no amadurecimento afetivo. “Que os jovens não somente sejam amados, mas sintam que são amados”.


Dom Bosco

Desde menino, João Bosco se sentia chamado a falar de Deus a seus amigos, pois ele enxergava a realidade à sua volta: muitas crianças vindas do campo, na maioria órfãs como ele, em busca de emprego, mas que acabavam na rua passando fome, convivendo com o crime ou explorados por aqueles que buscavam mão-de-obra barata. Quando podia, João Bosco atraía um grupo de meninos e apresentando-lhes uma performance de teatro, de mágica ou de música e, logo depois, dava uma mensagem de fé, de amor, de catequese.

Entende-se que tal vocação tenha surgido de um sonho, onde Dom Bosco estava brigando com outros meninos e um homem, alguns acreditam ser Jesus Cristo, se aproximou e disse para educar, não com pancadas, mas com carinho.

Com sua missão em mente o menino manifestou sua vocação sacerdotal. João Bosco dizia: Quando crescer quero ser padre para cuidar dos meninos. Todo menino é bom; se há meninos maus é porque não há quem cuide deles.

Desde menino, João Bosco se sentia chamado a falar de Deus a seus amigos, pois ele enxergava a realidade à sua volta: muitas crianças vindas do campo, na maioria órfãs como ele, em busca de emprego, mas que acabavam na rua passando fome, convivendo com o crime ou explorados por aqueles que buscavam mão-de-obra barata. Quando podia, João Bosco atraía um grupo de meninos e apresentando-lhes uma performance de teatro, de mágica ou de música e, logo depois, dava uma mensagem de fé, de amor, de catequese.

Entende-se que tal vocação tenha surgido de um sonho, onde Dom Bosco estava brigando com outros meninos e um homem, alguns acreditam ser Jesus Cristo, se aproximou e disse para educar, não com pancadas, mas com carinho.

Com sua missão em mente o menino manifestou sua vocação sacerdotal. João Bosco dizia: Quando crescer quero ser padre para cuidar dos meninos. Todo menino é bom; se há meninos maus é porque não há quem cuide deles.

Vendo os frutos desse trabalho, muitos colaboradores se juntaram a ele para trabalhar na missão de evangelizar e dar um futuro a adolescentes e jovens desamparados. Em 1855 Dom Bosco deu o nome de Salesianos a seus colaboradores. Os primeiros salesianos fizeram os votos religiosos de castidade, pobreza e obediência. Em 1859 fundou a Congregação Salesiana, com a missão de cuidar dos meninos.

O nome Salesiano foi uma homenagem a São Francisco de Sales, o santo da delicadeza no trato com as pessoas.Vendo os frutos desse trabalho, muitos colaboradores se juntaram a ele para trabalhar na missão de evangelizar e dar um futuro a adolescentes e jovens desamparados. Em 1855 Dom Bosco deu o nome de Salesianos a seus colaboradores.

Os primeiros salesianos fizeram os votos religiosos de castidade, pobreza e obediência. Em 1859 fundou a Congregação Salesiana, com a missão de cuidar dos meninos. O nome Salesiano foi uma homenagem a São Francisco de Sales, o santo da delicadeza no trato com as pessoas.

Nossa Senhora Auxiliadora

A devoção a Nossa Senhora Auxiliadora, porém, se popularizou ainda mais no ano de 1862, com as aparições de Maria Auxiliadora na cidade de Spoleto para uma criança de cinco anos. Nesse ano, Dom Bosco, tocado pela história das aparições, iniciou em Turim a construção de uma grande Basílica, dedicada a Nossa Senhora Auxiliadora. A partir desse momento, Dom Bosco será o maior devoto e divulgador da devoção a Nossa Senhora Auxiliadora.

Para eternizar seu amor e gratidão para com Nossa Senhora, Dom Bosco, juntamente com Santa Maria Domingas Mazzarello, fundou a Congregação das Filhas de Maria Auxiliadora.

Ele dizia: Nossa Senhora deseja que a veneremos com o título deAuxiliadora: vivemos em tempos difíceis e necessitamos que a Santíssima Virgem nos ajude a conservar e defender a fé cristã.

A partir de então, a devoção a Nossa Senhora Auxiliadora cresceu. O Papa Pio IX fundou uma Arquiconfraria em devoção a ela no Santuário de Turim, em 5 de abril de 1870. O Papa enriqueceu esta confraria de muitas indulgências e favores espirituais. No dia 17 de maio de 1903, por decreto do Papa Leão XIII, foi solenemente coroada a imagem de Maria Auxiliadora, que se venera no Santuário de Turim.

A devoção a Nossa Senhora Auxiliadora, porém, se popularizou ainda mais no ano de 1862, com as aparições de Maria Auxiliadora na cidade de Spoleto para uma criança de cinco anos. Nesse ano, Dom Bosco, tocado pela história das aparições, iniciou em Turim a construção de uma grande Basílica, dedicada a Nossa Senhora Auxiliadora. A partir desse momento, Dom Bosco será o maior devoto e divulgador da devoção a Nossa Senhora Auxiliadora.

Para eternizar seu amor e gratidão para com Nossa Senhora, Dom Bosco, juntamente com Santa Maria Domingas Mazzarello, fundou a Congregação das Filhas de Maria Auxiliadora.

Ele dizia: Nossa Senhora deseja que a veneremos com o título de Auxiliadora: vivemos em tempos difíceis e necessitamos que a Santíssima Virgem nos ajude a conservar e defender a fé cristã.

A partir de então, a devoção a Nossa Senhora Auxiliadora cresceu. O Papa Pio IX fundou uma Arquiconfraria em devoção a ela no Santuário de Turim, em 5 de abril de 1870. O Papa enriqueceu esta confraria de muitas indulgências e favores espirituais. No dia 17 de maio de 1903, por decreto do Papa Leão XIII, foi solenemente coroada a imagem de Maria Auxiliadora, que se venera no Santuário de Turim.

Maria Domingas Mazzarello

Foi em Mornese, -norte da Itália, na região do Monferrato-, que no dia 9 de maio de 1837, nasceu Maria Domingas Mazzarello, filha de José Mazzarello e de Maria Madalena Calcagno. Foi a primeira de dez filhos.

Desde muito cedo, Main – apelido de Maria Mazzarello– ajudou a cuidar de seus irmãos menores e dos afazeres domésticos.

Começou a frequentar as aulas de catecismo e a sobressair-se. Em 1850, fez a primeira comunhão. Aos 16 anos, ajudava seu pai no trabalho dos vinhedos. Já se notava nela forte caráter e espírito de liderança.

Quase todos os dias, bem cedo, Maria percorria um íngreme caminho para participar da missa. No inverno, esse percurso ficava ainda mais difícil, devido ao frio e à neve.

Em 1860, o tifo se abateu sobre o povoado de Mornese. A família dos tios de Main foi uma das primeiras a contrair a doença. Maria foi ajudá-los, mesmo sabendo que poderia adoecer, o que realmente aconteceu. A partir daí, o rumo de sua vida mudou completamente. Não podendo mais trabalhar no campo, decidiu aprender a costurar, para ensinar as jovens da sua pequena cidade. Com Petronilla, sua amiga, montou uma sala de costura e começou a ensinar o ofício.

Certa vez, ao caminhar pela colina de Bargo Alto, viu diante de si um alto edifício com muitas meninas correndo, brincando num grande pátio interno e ouviu nitidamente estas palavras: “Tome conta destas meninas! A ti as confio!”

As famílias de Mornese começaram a mandar-lhe as filhas e as aulas de costura tornaram-se aulas de treinamento na virtude. Um dia, um senhor viúvo, entregou-lhe suas filhas para que as educasse. Assim, a oficina passou a ser um novo lar para as várias meninas, que viam em Maria sua segunda mãe. Aos domingos, após a missa, na praça da igreja, outras crianças se uniam a Maria e a Petronilla, para brincar e divertir-se.

Em 1864, Dom Bosco chegou a Mornese com seus meninos. Todos queriam vê-lo e ouvi-lo. Maria também... Dom Bosco expôs ao Pe. Pestarino seu projeto: construir um colégio para os meninos. Antes de partir, ficou conhecendo as iniciativas de Maria e Petronilla: a oficina de costura, o orfanato e a recreação aos domingos para todas as crianças do povoado. Dom Bosco se empolgou com o trabalho delas e propôs a fundação de um instituto feminino que fizesse pelas meninas o que ele fazia em Turim para os meninos.

No dia 5 de agosto de 1872, na Capela do Colégio, 11 jovens -entre elas Main- emitiram os votos religiosos e se consagram a Deus.

Maria Mazzarello foi sempre empenhada na animação das comunidades de Irmãs e na educação de crianças, adolescentes e jovens.  Cultivou com sabedoria a união entre todas. Ocupou-se com a abertura de novas casas na Itália e além mar.

No dia 14 de maio de 1881, Madre Mazzarello partiu deste mundo. Sua breve vida - 44 anos- continua sendo uma chama de amor contagiante, que ilumina ainda hoje a sua Família Religiosa. Suas filhas – as Filhas de Maria Auxiliadora – presentes nos cinco continentes continuam atuando no espaço-educação, fiéis ao carisma da fundação, à identidade que lhes é própria e à missão que lhes cabe no coração da Igreja.

Foi em Mornese, -norte da Itália, na região do Monferrato-, que no dia 9 de maio de 1837, nasceu Maria Domingas Mazzarello, filha de José Mazzarello e de Maria Madalena Calcagno. Foi a primeira de dez filhos.

Desde muito cedo, Main – apelido de Maria Mazzarello– ajudou a cuidar de seus irmãos menores e dos afazeres domésticos.

Começou a frequentar as aulas de catecismo e a sobressair-se. Em 1850, fez a primeira comunhão. Aos 16 anos, ajudava seu pai no trabalho dos vinhedos. Já se notava nela forte caráter e espírito de liderança.

Quase todos os dias, bem cedo, Maria percorria um íngreme caminho para participar da missa. No inverno, esse percurso ficava ainda mais difícil, devido ao frio e à neve.

Em 1860, o tifo se abateu sobre o povoado de Mornese. A família dos tios de Main foi uma das primeiras a contrair a doença. Maria foi ajudá-los, mesmo sabendo que poderia adoecer, o que realmente aconteceu. A partir daí, o rumo de sua vida mudou completamente. Não podendo mais trabalhar no campo, decidiu aprender a costurar, para ensinar as jovens da sua pequena cidade. Com Petronilla, sua amiga, montou uma sala de costura e começou a ensinar o ofício.

Certa vez, ao caminhar pela colina de Bargo Alto, viu diante de si um alto edifício com muitas meninas correndo, brincando num grande pátio interno e ouviu nitidamente estas palavras: “Tome conta destas meninas! A ti as confio!”

As famílias de Mornese começaram a mandar-lhe as filhas e as aulas de costura tornaram-se aulas de treinamento na virtude. Um dia, um senhor viúvo, entregou-lhe suas filhas para que as educasse. Assim, a oficina passou a ser um novo lar para as várias meninas, que viam em Maria sua segunda mãe. Aos domingos, após a missa, na praça da igreja, outras crianças se uniam a Maria e a Petronilla, para brincar e divertir-se.

Em 1864, Dom Bosco chegou a Mornese com seus meninos. Todos queriam vê-lo e ouvi-lo. Maria também... Dom Bosco expôs ao Pe. Pestarino seu projeto: construir um colégio para os meninos. Antes de partir, ficou conhecendo as iniciativas de Maria e Petronilla: a oficina de costura, o orfanato e a recreação aos domingos para todas as crianças do povoado. Dom Bosco se empolgou com o trabalho delas e propôs a fundação de um instituto feminino que fizesse pelas meninas o que ele fazia em Turim para os meninos.

No dia 5 de agosto de 1872, na Capela do Colégio, 11 jovens -entre elas Main- emitiram os votos religiosos e se consagram a Deus.

Maria Mazzarello foi sempre empenhada na animação das comunidades de Irmãs e na educação de crianças, adolescentes e jovens.  Cultivou com sabedoria a união entre todas. Ocupou-se com a abertura de novas casas na Itália e além mar.

No dia 14 de maio de 1881, Madre Mazzarello partiu deste mundo. Sua breve vida - 44 anos- continua sendo uma chama de amor contagiante, que ilumina ainda hoje a sua Família Religiosa. Suas filhas – as Filhas de Maria Auxiliadora – presentes nos cinco continentes continuam atuando no espaço-educação, fiéis ao carisma da fundação, à identidade que lhes é própria e à missão que lhes cabe no coração da Igreja.

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